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quinta-feira, 13 de agosto de 2015

Sabia que... Abades de Castelões de Cepeda



Sabia que...
Uma vez que Paredes, concelho vizinho de Penafiel, se prepara para as festas do Divino Salvador, o Arquivo Municipal de Penafiel resolveu fornecer algumas informações sobre os abades de Castelões de Cêpeda, suas confrarias e festividades.
Desta forma, pretendemos mostrar que a documentação à guarda deste Arquivo, também possui informação importante para a história de alguns concelhos vizinhos.
Em 1762, o abade da freguesia de Castelões de Cêpeda era o Dr. Manuel Silvestre Ferreira. Este como procurador do reverendo Manuel da Costa Velho, abade reservatário da dita freguesia, instituiu na Santa Casa da Misericórdia de Penafiel um legado perpétuo.


Assim, deixou um montante considerável para que, anualmente, a Misericórdia entregasse ao abade da paróquia de Castelões de Cêpeda, 19 mil réis para se gastarem em várias festas. Para tal legou à Santa Casa da Misericórdia de Penafiel 855 mil réis. Destes, uma parte seria colocada pela irmandade a render juros (através do empréstimo do montante a juros) e outra parte seria para o pagamento à Misericórdia pela administração do dito legado.
Nos próximos dias, explicitaremos como deveriam ser gastos os referidos 19 mil réis e as festas que pretendia que se realizassem...

sexta-feira, 3 de outubro de 2014

Sabia que... (MEMORIAS PAROQUIAIS de 1758)

Sabia que…
“MEMORIAS PAROQUIAIS de 1758”
Existe um documento que não me canso de ler e consultar, importante quando queremos saber e fazer um estudo sobre a nossa freguesia, mencionado em todas as monografias, e embora escrito em 1758, em muitos casos mantem-se atual.
O “Inquérito do Padre Luís Barbosa”, mais conhecido pelas “Memórias Paroquiais de 1758”, encontram-se arquivadas na Torre do Tombo, em Lisboa, “mas na verdade no caso que interessa a freguesia de S...alvador de Novelas, “Memórias paroquiais, vol. 25, nº (N) 34, p. 257 a 262” encontram-se em qualquer canto na internet.
Este inquérito mandado fazer a todas as paróquias do reino, para se saber os estragos do terramoto ocorrido anos antes em 1 de novembro de 1755, que ocorreu em todo o pais, e ao mesmo tempo, quis se saber mais sobre a “Terra, Serra e o Rio”.
No meio de tantas perguntas e respostas, fica-se com uma ideia da igreja e do rio sousa e da nossa freguesia, por isso se gostas de história e da tua freguesia consulta porque vale a pena.
Elaborado por JPintoMendes

quarta-feira, 10 de setembro de 2014

Sabia que...(Membros Executivos da Junta século XX)

Sabia que...
A lei de 7 de agosto de 1913, nos seus artigos 141 e 142, estipulou que todas as juntas de freguesia se deviam compor de 5 membros e que as suas funções seriam deliberativas e executivas. A partir de 1916, as paróquias civis p...assam a ter a denominação oficial de freguesias, designando-se por junta de freguesia. O código administrativo de 1936, determinou que as juntas de freguesia se deveriam compor de 3 vogais, eleitos trienalmente, pelos chefes de família. Na 1.ª reunião, após a eleição, era eleito o presidente, o tesoureiro e o secretário. A partir de 1940, a junta de freguesia passou a ser eleita quadrienalmente.
Em 1902, em Rio de Moinhos, o presidente continuou a ser o pároco da freguesia, o Reverendo Agostinho de Jesus Ferreira, sendo o tesoureiro José Mendes Moreira. Em 1905 continuou o padre à frente da paróquia civil, bem como no ano de 1908. Em 1910 toma posse a comissão administrativa paroquial nomeada pelo Governador Civil do Porto, sendo seu presidente, Manuel Ferreira da Fonseca e vice-presidente, António da Rocha e Sousa. Em 1912, continua Manuel Ferreira da Fonseca como Presidente mantendo também o mesmo vice-presidente. 

Em 1914, foi eleita a nova junta, ficando como presidente Francisco de Sousa Moreira e vice-presidente Augusto Peixoto Geraldes de Albuquerque, em 1918 continuam os mesmos indivíduos.
Em 1919, realizam-se novas eleições, continuando Francisco de Sousa Moreira à frente dos destinos da mesma e, desta vez, para vice-presidente ficou José Maria Soares Vieira de Andrade. Em 1923, continuaram os mesmos. Em 1926, continua Francisco de Sousa Moreira, mudando o vice-presidente, que passou a ser José Vieira das Neves.
No ano de 1931, Francisco de Sousa Moreira continuou à frente dos desígnios da junta, ficando como vice-presidente António Ferreira Lourenço. Em 1932, foi constituída a comissão administrativa interina da junta de freguesia, tendo o presidente, Belarmino Leite Oliveira Carvalho e Araújo, sido nomeado por decreto n.º 11904, mas o vice-presidente manteve-se.
Em 1937, as eleições mudaram o executivo da junta de freguesia, sendo agora eleito como presidente, José Pereira da Rocha (proprietário da Casa das Mouras), como secretário Manuel da Rocha Soares Júnior e como tesoureiro Manuel Mendes Moreira. Estes mantêm-se nas eleições de 1941. Em 1945, a junta mudou, ficando como presidente, Franquelim Pedro dos Anjos, secretário António Pinto e o tesoureiro Francisco de Sousa Moreira. Em 1950, José Pereira da Rocha regressa à presidência da junta, sendo secretário, António da Rocha e Sousa e tesoureiro, António Ferreira dos Santos. Em 1959, continua o mesmo presidente e secretário, mudando apenas o tesoureiro que, de 1959 a 1962, passou a ser Manuel Fernando Pereira da Silva. Em 1962, este ausentou-se para a freguesia de Galegos, ficando no seu lugar Álvaro Peixoto de Albuquerque.
As eleições de 1963, mantiveram estes 3 homens à frente da junta. Sendo de salientar o tempo que José Pereira da Rocha esteve como presidente da junta de freguesia.

Continua….

Sabia que... (Membros Executivos da Junta século XIX)

Sabia que...
O tratamento arquivístico do fundo da Junta de Freguesia de Rio de Moinhos permitiu-nos conhecer os membros do executivo da mesma, desde 1837.
A ata da eleição de 1837 permitiu-nos saber quem iria formar o executivo da mesma, ...contudo, não demonstrou como foram distribuídos os cargos.
De 1837 a 1879 não possuímos mais qualquer tipo de referência à constituição da Junta, com exceção do ano de 1874, em que sabemos que Columbano Pinto Ribeiro de Castro Portugal da Silveira (proprietário da Casa das Mouras em Rio de Moinhos), também, fazia parte dos destinos da mesma.
Em 1879, o presidente era José Pinto Soares Rodrigues Ferreira e o tesoureiro Bento Ferreira de Jesus.
Em 1884, o secretário era Gonçalo de Moura e Castro e o tesoureiro Adriano Nogueira Soares.
Para os anos que medeiam, entre 1884-1887, só possuímos os nomes dos vogais efetivos e substitutos.
Em 1888, o presidente era Manuel Ferreira da Fonseca e o secretário Manuel Bento Fernandes.
Em 1893, o presidente era António Soares do Souto, o vice-presidente João Ferreira de Corcumelos, o secretário António Pereira de Vista Alegre e o tesoureiro Manuel da Costa Alves.
Em 1896, o presidente era o pároco reverendo Agostinho de Jesus Ferreira e o tesoureiro António Mendes Moreira.
Em 1899, o presidente manteve-se e o tesoureiro foi José Mendes Moreira.
As juntas de Paróquia Civis foram criadas pelo Governo Provisório em 1830. Sendo eleitas pelos chefes de família ou cabeças de casal e os mandatos eram bienais.
O Pároco foi mantido como Presidente da Junta até ao Código administrativo de 1870, de Dias Ferreira, que acabou com a Presidência por parte dos párocos. Mas o diploma foi revogado 5 meses depois da sua publicação. Os párocos só saíram da presidência das Juntas em 1878. Regressaram, contudo, em 2 de Março de 1895, continuando até à implantação da Republica.

Sabia que... (Igreja de São Gens de Boelhe)

Sabia que...


O local onde se encontra a Igreja Românica de S. Gens de Boelhe foi o espaço mais disputado na margem direita do rio Tâmega na reconquista e que provávelmente foi aí que Martim Peres, cavaleiro e fidalgo se notabilizou pela sua bravura de combatente, levando D. Sancho I. atribuir-lhe terras no Souto, Boelhe, Outeiro, Bairros e Tapada, tornando cavaleiro honrado, em cujas terras os cobradores do estado estavam proibidos de entrar?


Igreja Românica de S. Gens de Boelhe
Sabia que a Igreja Românica de São Gens de Boelhe pertenceu na Idade Média a Martim Peres e Família e que a quinta do Souto / quinta de Boelhe andou muitos anos emprazada (arrendada por prazos de três vidas) e funcionou muitos anos na base do princípio de morgadio?
Sabia que Boelhe teve fidalgos, cavaleiros, nobres, senhores e escravos; cuja riqueza histórica está ainda por contar?
Igreja Românica de S. Gens de Boelhe
O Bonellense João Soares

Sabia que... (Origem)

Sabia que ...


Boelhe (Foto Antiga)
... Boelhe vem de Bonelli e que Bonelli foi primeiro presor, aquele que acompanhado das autoridades régias se apropriou legalmente de terras de Boelhe, no período da presuria, povoando-a, ficando por isso a freguesia a chamar-se Bonelli, que na sua evolução etimológica deu Boelhe? Sabia que Boelhe de Bonelli é de origem fidalga e da nobreza, uma das mais antigas freguesias do Concelho de Penafiel, cujo primeiro documento escrito sobre ela, encontrado no mosteiro de Paço de Sousa, remonta ao longínquo ano de 1080, em consequência da venda de um moinho, na quinta do Souto e, referindo-se também às pesqueiras da Améla, no rio Tâmega, rio assim chamado, por nascer na serra do Larouco, junto a um lugar chamado Tamaguelos que, por isso, provavelmente,
deu origem ao nome?

Boelhe (atualmente)


continua....

O Bonellense, João Soares

Sabia que... (Arquivo da Junta de Freguesia de Rio de Moinhos)

Sabia que…


O Arquivo Municipal de Penafiel possui, nos seus depósitos, o arquivo da Junta de Freguesia de Rio de Moinhos. Em 2002, a Câmara Municipal de Penafiel, através do seu Arquivo Municipal, elaborou um protocolo de depósito com a Junta de Freguesia, tendo toda a documentação histórica dado entrada no Arquivo.
Acervo documental do Junta de Freguesia de Rio de Moinhos
Este fundo possui documentos desde 1837 até 1986, num total de 22 livros, 7 capas, 20 cadernos, 2 plantas, 7 maços e 5 envelopes.
Primeiro livro de atas da Junta de Paróquia de Rio de Moinhos (PT/AJFRM/AL/JFRM/01/LV01) 
A documentação foi higienizada, fizeram-se pequenos restauros, foi organizada, ordenada e descrita. Em 2002, foi publicado o inventário do seu acervo documental, que pode encontrar no Arquivo Municipal. Pode, também, aceder ao mesmo, em formato digital, através do site da Câmara Municipal.
Cadastro dos indigentes
(PT/AJFRM/AL/JFRM/14/cd01)
Venha conhecer o Arquivo e fazer a história de Rio de Moinhos.