Apesar da chuva, que bom que é andar na rua e sentir no ar o cheirinho a castanhas assadas...
quarta-feira, 20 de novembro de 2019
quarta-feira, 6 de novembro de 2019
Conde de Alves Machado

Este título foi criado por decreto de 18 de junho de 1896, pelo Rei D. Carlos I, a favor de Manuel Joaquim Alves Machado.
Este casou com Antónia Bernarda Dolores Rodrigues.
Fez fortuna no Brasil, viajou por toda a Europa e, mais tarde, fixou-se no Porto, tendo pertencido à Junta Distrital.
Sua filha, Maria Celestina Alves Machado, casou com José Júlio Gonçalves Coelho e tiveram Maria Isabel Alves Machado Guedes e Fernando Manuel de Alves Machado, que foi o 2.º Conde Alves Machado.
D. Maria Isabel Alves Machado Guedes casou com Roberto Guedes, da Quinta da Aveleda.
Imagem retirada da página https://pt.wikipedia.org/wiki/Manuel_Joaquim_Alves_Machado
segunda-feira, 4 de novembro de 2019
Sabia que…
As romarias em Arrifana de Sousa e em Castelões de Cepeda, em meados do século XVIII
De acordo com a Memórias Paroquiais de 1758, em Arrifana de Sousa havia a romagem a S. Martinho, a 11 de novembro, a S. Bartolomeu, a 24 de agosto, a São Roque, a 16 de agosto, a Santa Luzia, a 13 de dezembro, ao passo que em Castelões de Cepeda, o abade da freguesia referiu, nas mesmas, que não existiam romarias dignas de nota, a não ser a Nossa Senhora da Guia, na sua capela.


Primeiro Barão de Vilar

Cristiano Nicolau Kopke nasceu a 15 de outubro de 1763. Era filho de Nicolau Kopke e de D. Doroteia Schweris.
O título de Barão de Vilar foi criado a seu favor por D. Maria II, por decreto de 21 de dezembro de 1836. Detinha, também, o título de primeiro Barão de Ramalde.
Residia na sua Quinta do Vilar, na freguesia de Cedofeita, no Porto.
Casou com a sua sobrinha Leonor Carolina Vanzeller e tiveram dois filhos: Doroteia e Nicolau Cristiano Kopke.
As eleições para a Câmara segundo
o Decreto de 29 de outubro de 1840
As Câmaras Municipais passam a ser eleitas de dois em dois anos. Passam a ter cinco vereadores as Câmaras cujos concelhos tiverem até 3 mil fogos e sete vereadores nas de superior povoação.
O presidente passa a ser o vereador que nas eleições tiver obtido o maior número de votos e o procurador fiscal continua a ser escolhido pela Câmara entre os vereadores.
As vereações tornam-se semanais.
As vereações tornam-se semanais.
Em 1864, a Junta Governativa Provisória, instalada na cidade, elege uma nova Câmara composta por sete vereadores que, por sua vez, elegem o presidente da Comissão Municipal Interina. Por decreto de 27 de junho de 1846, estas Comissões Municipais Interinas deveriam proceder à revisão do recenseamento dos eleitores elegíveis para os cargos.
Eleições para as Câmaras após a
Convenção de Évora Monte
Após esta convenção, começou-se a aplicar o Decreto n.º 23 de 16/05/1832, de Mouzinho da Silveira, tornando-se as Câmaras de base eletiva e sendo elegíveis para vereadores os cidadãos com rendimentos anuais mínimos de 200 mil réis.
Assim, com base no decreto de 09/01/1834 é criada em Penafiel, em junho desse ano, uma Comissão Municipal Interina.
Na reunião de Câmara de 24/09/1834 determinou-se que se devia proceder à eleição de nova Câmara Municipal, o que se veio a realizar a 5 de outubro desse ano. Tomou posse o Dr. António de Almeida, grande médico da cidade.
Assim, com base no decreto de 09/01/1834 é criada em Penafiel, em junho desse ano, uma Comissão Municipal Interina.
Na reunião de Câmara de 24/09/1834 determinou-se que se devia proceder à eleição de nova Câmara Municipal, o que se veio a realizar a 5 de outubro desse ano. Tomou posse o Dr. António de Almeida, grande médico da cidade.


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