segunda-feira, 21 de outubro de 2019

“Tenente de Milhundos”

             João Nunes Borges de Carvalho tinha por alcunha o nome “Remexido de Milhundos”, devido ao seu temperamento irrequieto. Mantinha uma guerrilha de cerca de vinte homens assoldados à sua custa.
A Casa de Milhundos era casa de caseiros da Quinta de Milhundos e servia de aquartelamento do bando armado de miguelistas.
Esta casa foi vendida pelo Tenente para sustentar a sua guerrilha, mais tarde readquirida pelo seu filho Dr. Custódio Nunes Borges de Carvalho, prior da Lapa, em Lisboa.
Nesta casa instalou-se a APADIMP.
     Cf. MENDES, J.J. – “Camilo e Penafiel”. Penafiel. Câmara Municipal de Penafiel, 1998.
Imagens retiradas da página: http://penafielterranossa.blogspot.com

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Manuel da Costa Velho
Abade de Castelões de Cepeda

             Manuel da Costa Velho, abade reservatário de Castelões de Cepeda, morreu na cidade do Porto, na rua Nova do Almada, freguesia de Santo Ildefonso, com cerca de 70 anos de idade, no dia 10 de julho de 1771.
Benemérito da Igreja Paroquial de Castelões de Cepeda, instituidor de várias das suas festividades, pediu para ser sepultado nesta igreja, junto ao altar de Nossa Senhora do Rosário.
O seu corpo foi colocado num caixão forrado de pano de linho e conduzido do Porto a Castelões de Cepeda.
O caixão foi transportado por machos e coberto com uma baeta que depois foi oferecida aos pobres.
O seu corpo foi acompanhado por seis clérigos a cavalo, carregando tochas a arder, que deveriam ir à frente de seu féretro e atrás seguiram vinte pobres com velas.
Sem luzes não se podia fazer o enterro, mesmo de dia. A luz prefigurava a luz eterna reservada aos justos e espantava os demónios. A abundância de pingados (aqueles que levavam as tochas) constituía um sinal exterior de reputação e honorabilidade.
Em todas as freguesias por onde passassem se rezaria.
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sábado, 19 de outubro de 2019

Busto 
de 
António Nobre em Penafiel

          O monumento em Penafiel foi inaugurado a 18 de março de 1941, em sessão solene no salão da Câmara Municipal de Penafiel, sendo Presidente o Padre Carlos Soares e tendo assistido à cerimónia o escritor Teixeira de Pascoais.
O monumento foi inaugurado no Jardim Público, às 17 horas, com assistência da família do poeta, estando o discurso a cargo do reverendo Padre Moreira das Neves.
O monumento encontrava-se enfeitado com cravos, a flor preferida de António Nobre.

        Cf. FERREIRA, José Coelho - "António Nobre: O poeta e Penafiel". Penafiel: Câmara Municipal de Penafiel, 2000.
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Arquivo Municipal de Penafiel
O Prior e mais oficiais da Ordem Terceira do Carmo de Penafiel 
em 1803

Em julho de 1803 foram eleitos para:
Prior: Vicente da Lima Barreto
Sub prior: António José de Araújo
Secretário: António Joaquim de Carvalho
Tesoureiro: António José da Fonseca
Procurador-Geral: Joaquim José dos Santos
Mestre dos Noviços: Manuel Pinto Ribeiro
Priora: Dona Joana Rosa Leal de Lemos
Sub priora: Angélica Rosa dos Santos
Mestre das Noviças: Maria da Piedade
Sacristãos: José Luís Ribeiro; Francisco José da Rocha; António das Neves
Zeladores: Manuel Custódio Ribeiro; Geraldo José Ribeiro
Definidores: João Bernardo Teles de Meneses; Gonçalo José Soares de Sá; o Padre Vigário do Culto Divino; Reverendo José António da Fonseca Lemos; António José Barbosa; João Novais de Castro e o Dr. Francisco Diogo Pereira de Magalhães.

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sexta-feira, 22 de fevereiro de 2019

Membros da Mesa da Ordem Terceira do Carmo
1840.
                  Prior - António Joaquim de Carvalho
                  Sub-prior - Bernardo José da Costa Guimarães
                  Secretário - António José Antunes de Araújo Guimarães
                  Tesoureiro - Francisco António Nunes
                  Definidor - José Joaquim de Sousa Cirne; 
                                    Vitorino José da Silva Vilela Basto; 
                                   João da Rocha Leite.
                  Procurador Geral e Definidor - Caetano José Machado de Vasconcelos
 
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segunda-feira, 17 de dezembro de 2018

Os grandes cortejos fúnebres de outrora
                  Sabia que…
                           Até ao século XIX, quantos mais eclesiásticos estavam presentes no funeral de um indivíduo, quanto maior fosse o número de confrarias com suas bandeiras ou opas, quantos mais pobres acompanhassem o funeral, carregando velas e tochas, maior era o estatuto socioeconómico do finado.
Um grande cortejo fúnebre só demonstrava a caridade e o poder económico do morto. Havia que impressionar mesmo na última viagem.
Em troca era dado aos pobres roupa, esmolas em dinheiro ou pão e os pobres recompensavam, rezando pela alma do que partiu.

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"Sagrada Família - Penafiel"
                 E como nos aproximamos de uma época do ano especial e repleta de solidariedade e generosidade, partilhamos hoje aqui convosco estes mesmos princípios, retratados pelo Senhor António Guimarães, na sua reportagem n.º551, designada de "Sagrada Família", no dia 31/12/1955.
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