quarta-feira, 12 de abril de 2017

Fundo da Casa de Mesão Frio
Valpedre
             
            Este fundo encontra-se tratado arquivisticamente e disponível online na página do Arquivo Municipal em http://geadopac.cm-penafiel.pt .
Este fundo está descrito, digitalizado e os documentos disponíveis online no Gead em http://geadopac.cm-penafiel.pt .
Possui documentação entre 1724-1944.

quarta-feira, 5 de abril de 2017

           Dança recolhida pelo Prof. Mota Leite no seu cancioneiro "Danças Regionais do Minho" cantada pelo grupo Folclórico da Universidade do Minho, na 2.ª edição da "Canção Bracarense", gentilmente enviada para o arquivo municipal pelo Dr. André Marcos.
 
 
 
Amigos do Arquivo de Penafiel
Ruas Novas – Finais do século XIX
 
           Durante muito tempo se reclamou uma estrada entre a cidade e a estação de caminho-de-ferro, a 3Km de distância. A solução surgiu com os estudos para uma variante da Estrada Real n.º 33, entre a Praça Municipal e a Vista Alegre, evitando a passagem pelas apertadas ruas do Paço e de Cimo de Vila.
Romper com a velha Rua Direita, demolindo casas e quintais no centro urbano, era uma ação difícil. A planta destas ruas foi levantada em 1882, apresentando-se três variantes e iniciando-se a obra naquele ano.
O sector da Estrada Real n.º 36 na cidade recebeu a designação de Eng.º Matos. A ligação iniciada na Praça Municipal e que rasgou a Rua Direita seria denominada de Manuel Pedro Guedes. A rua entre a Calçada da Fábrica e a estrada de S. Roque passaria a chamar-se Tomás Ribeiro e a rua por baixo do quartel dedicar-se-ia a Fontes Pereira de Melo.
A Avenida Manuel Pedro Guedes estabeleceu a ligação à Rua do Paço, em 1888, continuando os trabalhos para lá de 1895.
Procurava-se ligar o Largo da Ajuda à Estrada Distrital n.º 11E ou à Estrada Real n.º 33. Se tivesse sido executada, surgiria uma nova rutura nas casas que formam a Couraça de Penafiel, na Rua de Cimo de Vila. No entanto, a planta proposta, perpendicular à rua, implicava muitas expropriações.
Um projeto traçado por fora da área edificada, abria uma ligação entre a Rua Manuel Pedro Guedes e a Rua do Carmo. Este foi um dos estudos que ficou por concretizar.
 
             Cf. GRAVETO, Pedro José Garcia do Nascimento – A Matriz até à Misericórdia. Coimbra: Faculdade de Ciências e Tecnologia da Universidade de Coimbra, 2000. Tese de Licenciatura policopiada, p.47-48.
Imagem retirada do mesmo livro, p.48.
 
Amigos do Arquivo de Penafiel  - João Joaquim Matos nasceu a 23 de junho e faleceu a 27 de novembro de 1906, em Lisboa. Foi oficial do exército e um engenheiro notável. Ascendeu ao posto de General de Brigada a 30 de junho de 1893, tendo-se reformado como General de Divisão a 4 de Janeiro de 1897. Foi diretor das obras públicas de Beja, Castelo Branco e do Porto. Neste último distrito, na cidade de Penafiel, planeou a construção da atual rua com o seu próprio nome, que tanto quanto se sabe, foi aberta entre 1860 e 1870. Engenheiro Matos foi o primeiro diretor dos caminhos de ferro do Minho. Algum tempo mais tarde, passou a pertencer ao Conselho Superior de Obras Públicas e Minas, tendo sido Presidente da Comissão de Pontes Metálicas. Foi Comendador da Ordem de Avis e Comendador da Ordem de Santiago.
 
Amigos do Arquivo de Penafiel
“Breve achega sobre a Música na cidade de Penafiel”
Coretos.
             Os coretos, designados em vária literatura da época por music-kiosk ou bandstad aparecem pela primeira vez, com a configuração que lhe conhecemos, em Inglaterra. Em Espanha, designam-se por tablado para tocar bandas de música. Em Portugal, apenas duas mãos cheias de coretos estão classificados e são menos de cinco dezenas os que estão inventariados e uma centena de muitos outros estão deitados ao abandono. Sinónimo de festa, alguns coretos são ainda usados para receber bandas filarmónicas (apesar de hoje já não servirem propriamente as bandas porque estas cresceram em número de efetivos) e outros agrupamentos; surgem nos finais do século XVIII, aparecendo em vária literatura como pavillon de musique ou tribune de musiciens. Em Penafiel, destaquem-se os coretos do Sameiro, da Rua Formosa, do Jardim do Calvário, também chamado Jardim Egas Moniz, e o da Igreja do Carmo. Este último deverá substituir um mais antigo feito de materiais perecíveis, pois aparecem na documentação in situ dos séculos XIX e XX inúmeras referências a festas, aos gastos com músicos que abrilhantavam as festas, a cantores destacados para o ofício da missa, transporte do harmónio do Porto para Penafiel a 21 de Julho de 1963 por 25 escudos; reparação do órgão a 31 de Julho de 1983 por 4.000; aluguer de harmónio por 140; gastos referentes a tocadores de cornetas, tambores, música militar, ou padre de cantochão em 1819. 
 
               Cf. DUARTE, Sónia. Breve achega sobre a Música na cidade de Penafiel. Notícias de Penafiel, Penafiel, 30 de setembro. 2016. Edição n.º20. p.13.
 
 
 
ILUSTRES ECLESIÁSTICOS PENAFIDELENSES
 
           Bispo de Cabo Verde – D. António São Dionísio, natural da paróquia de S. André de Marecos, foi o 11.º Bispo de Cabo Verde, confirmado pelo Papa Clemente X, em 2 de Dezembro de 1675. Faleceu em 13 de Setembro de 1684.

           Cf. FERREIRA, José Fernando Coelho. Ilustres Eclesiásticos Penafidelenses. Notícias de Penafiel, Penafiel, 21 de outubro. 2016. Edição n.º23. p.8.

 
Amigos do Arquivo de Penafiel
Fundo documental pertencente à Família
Furtado de Mendonça
              Este fundo encontra-se no Arquivo por contrato de tratamento e digitalização. É um fundo de pequenas dimensões, ainda não se iniciou o tratamento do mesmo, esperando dar-se inicio até ao final de 2017. Trata-se essencialmente, de documentos relativos à gestão patrimonial de várias propriedades na zona do Marco de Canaveses, referentes essencialmente aos séculos XVIII e XIX.
Mal tenhamos mais informações sobre este acervo documental, será disponibilizado nesta página.
 
 
 


 
 
 

domingo, 2 de abril de 2017

 
Visitas ao BLOG da Associação
 
 
Vejamos:
 
Visitas mês de março - 5854
 
Total de Vistas 45089
 
Os Estados Unidos da América continuam a liderar com 4084;
    PORTUGAL - 1347
       França - 77
          Suíça - 71
             Brasil - 65
               Rússia - 45
                  Canadá - 39
                     Alemanha - 29
                        Luxemburgo - 18
                            Bélgica - 17
 
A media diária de 189 visitas
 
                Um abraço