segunda-feira, 26 de outubro de 2015

Sabia que... Estabelecimento PLANTAS D'AMARANTE

Sabia que...

O Estabelecimento PLANTAS D'AMARANTE, de Thomaz Pinto de Brito, horticultor, "...foi o único que na Exposição Pomologica do Palacio de Cristal, em 28 de Setembro do corrente anno, obteve o 1.º premio na secção A - MEDALHA DE OURO - mais alta recompensa, concedida aos expositores d'este certamen."
                 
Ano:1907
Fonte: Morgado da Aveleda, subsérie de correspondência recebida de Manuel Guedes da Silva da Fonseca, relacionada com faturas, promoções e divulgação de produtos e/ou serviços,

Sabia que... Moradia do Barão do Calvário, atual Biblioteca Municipal de Penafiel

Sabia que...


Em 1853, Manuel Pereira da Silva, barão do Calvário, manda construir uma grande moradia, à face da rua Formosa, mas que era também uma casa de quinta, da propriedade que se estendia pela encosta do Cavalum.
            
"... De traça erudita, a casa forma um U, com o pátio voltado para a rua. O corpo central, térreo para quem entra pelo pátio, correspondendo ao andar nobre, tinha para as traseiras um outro piso inferior onde estavam instaladas as dependências ligadas à quinta. o aspecto imponente do conjunto advinha-lhe sobretudo dos torreões de dois pisos rematados por balaustradas sobrepujadas de urnas que flanqueavam o portal que encerrava o pátio. Este portal incluía duas falsas janelas e uma alta porta rematada por um frontão triangular sobre o qual acentavam duas esculturas de grandes canídeos em granito. As aberturas estavam providas de gradeamentos de ferro lavrado, tendo o portão um monograma do proprietário... considerada então a melhor da cidade e por isso mesmo requisitada para nela se instalar D. Luís quando, em 1872, pernoitou em Penafiel..."
            

Esta casa foi adquirida pela Câmara Municipal nos anos trinta para aí funcionar o tribunal e várias repartições públicas. Também a Biblioteca e o Museu Municipal aí estiveram instalados.
Mais tarde este edifício sofreu profundas obras de remodelação para albergar a nova Biblioteca Municipal.
            

Texto elaborado com base no livro "Penafiel", da autoria da Professora Teresa Soeiro.
Fotografias: FotoAntony

Foto Antony: «Se Joana»

«Se Joana»...
... dos frangos, dos presuntos, dos salpicões, dos ovos... dependia do negócio.
                           
Imagem do fundo FotoAntony, reportagem n.º 1202 (Feira de São Bartolomeu), data 24/08/1960.

Sabia que... Matadouro Público

Sabia que...

"As queixas da população contra a localização e insalubridade dos matadouros do Quelho da Atafona vêm já da primeira metade do século e vão-se tornando cada vez mais insistentes. A cidade crescera ao longo da Rua Formosa, para ela programava os tão desejados melhoramentos, nela instalara as melhores residências, não se tornando pois compatível com tanto progresso a existência nas traseiras desta avenida de um foco de maus cheiros e imundície que, tinha-se agora consciência, podia ser muito pernicioso para a saúde pública. Assim pressionada a Câmara manda fazer a planta e orçamento para um novo matadouro, a sediar fora da cidade."
"Teriam os penafidelenses de esperar por ele ainda quase três décadas. As casas do Quelho da Atafona, que compreendiam matadouro, talho e salgadeiras para os couros acabaram por ir à praça em Dezembro de 1882, quando a administração municipal tinha já começado a obra do novo matadouro, situado no monte de Chelo, propriedade do então presidente da Câmara Manuel Pedro Guedes, à margem da Estrada de Guimarães, no limite da cidade."
"É este mesmo presidente que na sessão de 20 de Abril de 1882 oferece à Câmara a planta do matadouro, orçado em 5.000$000, e aprovada na reunião seguinte. O projecto importado para Penafiel esteva de acordo com todas as exigências que na época se pediam a estabelecimentos deste tipo, sendo tido como modelar para povoações desta dimensão, o que levou a que a respectiva planta fosse solicitada por outros concelhos. Nem por isso escapou à critica que, nos anos noventa, vai pôr em causa a aceleração imprimida aos melhoramentos da década anterior, por excessivos para as disponibilidades locais."

terça-feira, 18 de agosto de 2015

Arquivo da Casa de Cabanelas

A Câmara Municipal de Penafiel, através do seu Arquivo Municipal, assinou com a Casa de Cabanelas um contrato para tratamento e digitalização do seu espólio documental.
Este fundo, que já se encontra no Arquivo Municipal, é relativamente pequeno, tendo em conta a importância e dimensões da Casa.
É composto, essencialmente, por escrituras, recibos, correspondência (postais), fotografias (negativos), cartas régias (das quais oito são em pergaminho), testamentos, prazos, entre outros. Relativamente às datas dos mesmos, importa salientar que possui alguns documentos dos séculos XVII e XVIII, mas a maioria são dos séculos XIX e XX.
Em breve, o Arquivo iniciará o seu tratamento para posteriormente os poder disponibilizar.

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quinta-feira, 13 de agosto de 2015

Evento do Largo

EVENTO DO LARGO

No passado dia 11 de julho, os Amigos do Arquivo de Penafiel participaram na primeira feirinha do Evento do Largo de 2015, para divulgar o espólio documental à guarda do Arquivo Municipal de Penafiel, bem como, o património da nossa cidade. A quem nos visitou, o nosso muito obrigado.
Ficam aqui algumas fotografias do evento.

                              

                              
                              

Sabia que...Ordem Terceira do Carmo

Sabia que...


A Ordem Terceira do Carmo de Penafiel foi fundada no século XVIII, sendo os seus primeiros estatutos datados de 18 de outubro de 1782.
Pela petição elaborada, com vista à aprovação dos mesmos, foi referenciado que na Capela de Santo António Velho se venerava a imagem de Nossa Senhora do Monte do Carmo, no dia 16 de julho. Mesmo antes da construção da igreja do Carmo, na antiga capela de Santo António Velho, nesse dia, fazia-se festa com sermão, ficando o Santíssimo exposto todo o dia.
                                

Em novembro de 1913, os estatutos foram reformados, sendo nestes explicitado que os irmãos deveriam conservar e promover o culto a Nossa Senhora do Carmo.
Segundo os estatutos de 1793, todos os sábados deveria ser dita uma missa a Nossa Senhora do Carmo, estando presentes todos os irmãos. Nesta missa, não poderiam faltar dois sacristãos que carregando dois brandões de cera acesos acompanhariam o padre. O ofício religioso seria dito por um carmelita calçado.