Mostrar mensagens com a etiqueta associação amigos do arquivo de penafiel. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta associação amigos do arquivo de penafiel. Mostrar todas as mensagens

sexta-feira, 20 de maio de 2016

Exposição de Fotografia

EXPOSIÇÃO DE FOTOGRAFIA
"Visões de Penafiel pelas lentes dos fotógrafos António Guimarães e Miguel Ferri"
23 de maio
15h30m
Arquivo Municipal de Penafiel
             

segunda-feira, 22 de fevereiro de 2016

No Arquivo com... (Dra. Teresa Araújo)


No passado sábado, o lançamento do livro de Teresa Araújo...
Para quem não pode estar presente, mas pretende adquirir o livro, o mesmo está disponível, durante os próximos 15 dias na papelaria Reis, em Penafiel, sendo o seu custo, durante este período de 12 euros.
            
            
            

quarta-feira, 17 de fevereiro de 2016

No Arquivo com... apresentação do livro " Moçambique na I Guerra Mundial: Diário de um alferes-médico, Joaquim Alves Correia de Araújo. 1917-1918"

Lembramos os nossos amigos que no próximo sábado, dia 20, pelas 15 horas será apresentada, no Arquivo Municipal de Penafiel, a obra " Moçambique na I Guerra Mundial: Diário de um alferes-médico, Joaquim Alves Correia de Araújo. 1917-1918", da autoria de Teresa Araújo. A autora Dr. Teresa Araújo é diretora do arquivo municipal da Póvoa do Varzim e sobrinha-neta do protagonista da obra. O referido diário conta a história do alferes médico que integrou o famoso contingente de infantaria 31 do Porto, praticamente, dizimado pelo clima, pela doença, nomeadamente, pela malária em Mocímboa da Praia.
A publicação contou com o apoio da Comissão de História Militar e a introdução da obra foi da responsabilidade da Professora Doutora Fernanda Rollo, da Universidade Nova de Lisboa, atual Secretária de Estado da Ciência e Ensino Superior.
No referido diário, Joaquim Alves Correia de Araújo, relatou os 19 meses mais intensos da sua vida e, talvez, os mais duros, desde a manhã do dia 23 de Abril de 1917 em que saiu de Famalicão para integrar o famoso contingente de infantaria 31 do Porto, deslocando-se para Mocímboa da Praia.
O Presidente da Comissão de História Militar, General Alexandre Sousa Pinto, no prefácio da obra, referiu que se existe muita informação, no que diz respeito, à guerra em França, já no que concerne à frente africana, nomeadamente, Moçambique, a informação é escassa, pelo que considera este diário "um achado".
Numa altura em que se comemora o centenário da I Grande Guerra, a associação de amigos do arquivo municipal de Penafiel, não podia deixar de se associar a este aniversário.

         

segunda-feira, 14 de dezembro de 2015

No Arquivo com... (Maria José Pereira)


Realizou-se no passado dia 12 de dezembro de 2015, no Arquivo Municipal de Penafiel, mais uma conferência No Arquivo com, desta vez apresentada por Maria José Pereira, intitulada "Gentes de cá..: o estudo da Casa Comercial FotoAntony".

         
         

segunda-feira, 26 de outubro de 2015

Ajudem-nos a chegar aos 2000 LIKES...


A Associação de Amigos do Arquivo agradece a todos os que já fizeram um "Gosto" na nossa página e nos ajudaram a chegar aos 1500 likes. 
Agora, gostaríamos de alcançar os 2000 e, por isso, pedimos a Vossa ajuda para a divulgarem junto dos Vossos amigos.... Obrigada
https://www.facebook.com/Amigos-do-Arquivo-de-Penafiel-363657013717634/

               

quinta-feira, 13 de agosto de 2015

Evento do Largo

EVENTO DO LARGO

No passado dia 11 de julho, os Amigos do Arquivo de Penafiel participaram na primeira feirinha do Evento do Largo de 2015, para divulgar o espólio documental à guarda do Arquivo Municipal de Penafiel, bem como, o património da nossa cidade. A quem nos visitou, o nosso muito obrigado.
Ficam aqui algumas fotografias do evento.

                              

                              
                              

No Arquivo com... (Dra. Vilma Cardoso)



No Arquivo com... Dr.ª Vilma Cardoso


OS ÓRFÃOS E OS EXPOSTOS DE PENAFIEL (1872-1902)

                          

Presente ao longo da História do Homem, esta exposição de crianças sempre consistiu num problema social que se tentou resolver. Bondade de estranhos, hospitais de expostos, Casa da Roda, foram vários os meios que se usaram para a proteção destas crianças expostas. Sob o véu do anonimato durante os anos de funcionamento da Casa da Roda e posteriormente através de uma admissão controlada com os... Hospícios dos Expostos, os contornos sobre a vida destas crianças foram estudados para o caso de Penafiel, através da descrição de dois documentos pertencentes à série Registo de guias passadas para o hospício dos expostos, do Fundo da Administração do Concelho de Penafiel, entre os anos de 1872 e 1902. Quem eram estas crianças? Qual a relação de masculinidade entre os abandonos? De onde vinham e quem as levava ao hospício? Quais as razões para a exposição também de crianças com pais conhecidos e já com alguma idade e sobretudo, o que eram e o que tentaram transmitir muitas vezes os sinais que as acompanhavam, foram algumas das questões levantadas ao longo da comunicação Os órfãos e expostos de Penafiel (1872-1902).




terça-feira, 14 de abril de 2015

Lançamento do Livro "Arquivos de Família: memórias habitadas

No passado sábado, dia 11 de abril, pelas 15.00 horas, na Quinta da Aveleda, foi lançado o livro “Arquivos de família: Memórias habitadas. Guia para salvaguarda e estudo de um património em risco”. Este é mais um produto do trabalho desenvolvido no IEM (Instituto de Estudos Medievais) sobre arquivos de família.
Especificamente destinado aos proprietários deste tipo de arquivo, pretende-se com ele colmatar um vazio, por todos sentido. Ao contrário do que se sucede noutros países como Espanha, França, Itália ou Inglaterra, estava ainda por produzir em Portugal um manual destinado aos possuidores de arquivos que, não tendo necessariamente formação especializada na área, pudessem servir-se dele para melhor compreender, utilizar e preservar o seu património documental. Tomando por inspiração os exemplos internacionais e atendendo às especificidades do contexto português, desenhou-se o presente “Guia” com a contribuição de arquivistas, historiadores e profissionais do restauro e preservação, com o intuito não só de abarcar um leque abrangente de matérias relativas a uma tipologia específica de arquivos mas também, e sobretudo, de procurar responder às necessidades e preocupações que ao longo dos últimos anos nos têm sido expressas pelos proprietários privados. Nascendo de um contexto de investigação e estudo, o Guia representa uma voluntária e muito desejada ligação à sociedade, baseada na convicção da importância do impacto social da ciência.

Esta edição foi coordenada pela Professora Maria de Lurdes Rosa, docente do Departamento de História da FCSH-UNL e membro do IEM e pela Dra. Rita Sampaio da Nóvoa, bolseira de Doutoramento da FCT em História/Arquivística Histórica (FCSH-UNL/Univ. Paris 1 Panthéon-Sorbonne) e membro do IEM. 

Sendo uma publicação com vários capítulos, contou, ainda, com a participação de Margarida Leme, doutoranda em Arquivística Histórica na FCSHL e membro do IEM; Inês Correia, conservadora-restauradora sénior de documentos gráficos, aguarda defesa de provas de doutoramento pelo Departamento de História de Arte da FCSH-UNL e membro do IEM; Sofia Fernandes, responsável pelo Arquivo Municipal de Penafiel, doutoranda em História Moderna, na Universidade do Minho e membro do CITCEM e Maria João da Câmara Andrade e Sousa, doutoranda em Arquivística Histórica na FCSHL e investigadora do Centro de História de Aquém e Além Mar.

Álbum de fotografias disponível na página do Facebook dos Amigos do Arquivo de Penafiel. CLIQUE AQUI

sexta-feira, 21 de novembro de 2014

Lançamento do livro "Arquivos de família: memórias habitadas. Guia para a salvaguarda e estudo de um património em risco"

Informamos que no dia 10 de Dezembro de 2014, pelas 18h no Centro Nacional de Cultura, será lançado em versão impressa, a obra Arquivos de família: memórias habitadas. Guia para a salvaguarda e estudo de um património em risco, coordenado por Maria de Lurdes Rosa e Rita Sampaio da Nóvoa.

Encontra-se também disponível em versão digital, no site do Instituto de Estudos Medievais através do link: http://iem.fcsh.unl.pt/ebooks/instrumentos1/index.HTML


sexta-feira, 17 de outubro de 2014

ArquiJovem - Dom Película

Conhece as nossas mascotes...


Dom Película




É o “Protetor dos Documentos Fotográficos”.

De seu nome Dom Película, prometeu proteger os documentos fotográficos do Arquivo Municipal de Penafiel. Protetor da imagem como documento.




quarta-feira, 15 de outubro de 2014

ArquiJovem: Dom Pena

Conhece as nossas mascotes....


DOM PENA
É o “Símbolo da Escrita” e o princípio do nome da cidade.

Dom Pena defende a escrita como ato importantíssimo no comunicar e encerra em si toda a história da cidade.

quinta-feira, 9 de outubro de 2014

No Arquivo com... (Dra. Cecília Gomes)

No Arquivo com... Cecília Gomes

José de Azevedo e Sousa foi o fundador do Morgado de Paço de Sousa, atual Casa da Companhia. Para além deste facto, foi um exemplo vivo da ascensão da burguesia, no século XVIII. No próximo dia 18 de outubro, gostaríamos de contar com a sua presença, para lhe dar a conhecer um pouco da história deste homem e da sua família.






sexta-feira, 3 de outubro de 2014

Sabia que... (MEMORIAS PAROQUIAIS de 1758)

Sabia que…
“MEMORIAS PAROQUIAIS de 1758”
Existe um documento que não me canso de ler e consultar, importante quando queremos saber e fazer um estudo sobre a nossa freguesia, mencionado em todas as monografias, e embora escrito em 1758, em muitos casos mantem-se atual.
O “Inquérito do Padre Luís Barbosa”, mais conhecido pelas “Memórias Paroquiais de 1758”, encontram-se arquivadas na Torre do Tombo, em Lisboa, “mas na verdade no caso que interessa a freguesia de S...alvador de Novelas, “Memórias paroquiais, vol. 25, nº (N) 34, p. 257 a 262” encontram-se em qualquer canto na internet.
Este inquérito mandado fazer a todas as paróquias do reino, para se saber os estragos do terramoto ocorrido anos antes em 1 de novembro de 1755, que ocorreu em todo o pais, e ao mesmo tempo, quis se saber mais sobre a “Terra, Serra e o Rio”.
No meio de tantas perguntas e respostas, fica-se com uma ideia da igreja e do rio sousa e da nossa freguesia, por isso se gostas de história e da tua freguesia consulta porque vale a pena.
Elaborado por JPintoMendes

quarta-feira, 24 de setembro de 2014

Sabia que... (Capela de Santo António o Velho)

Sabia que...

A capela de Santo António Velho, que hoje já não existe, esteve ereta no lugar onde se encontra a actual Igreja de Nossa Senhora do Carmo.
Não se sabe a época em que foi criado, sabemos contudo, que no século XVIII se encontrava um pouco danificada e que desta forma, foram feitas várias obras. Em 1747, o Padre Manuel Pinto de Sousa, da Quinta de Chelo fez contrato por escritura com os administradores da Real Casa da Misericórdia de Penafiel para lhe mandarem dizer na capela, ...nos dias Santos e Domingos, pela esmola de 120 réis, várias missas. Assim, a Santa Casa deveria pagar à fábrica da capela, anualmente, 6.400 réis para serem entregues ao Juiz do dito Santo para o gastarem, na capela.
 Auto de Inventário e entrega dos bens e trastes da Capela de Santo António Velho - PT/VOTC/CSAV/01/lv01
Sabemos que em 1782 já não se fazia a eleição de Juiz e Procurador da capela, apesar da Santa Casa continuar a querer nomear o capelão, mas também, há vários anos não existia sacerdote que, pela dita esmola fosse sujeitar-se a satisfazer na capela as missas. Desta forma, a Misericórdia viu-se com o problema de não ter a quem entregar os 6.400 réis para a fábrica, nem quem cuidasse e reparasse a dita capela.

 Eleição de novos Oficiais - PT/VOTC/CSAV/doc01
Em 29 de julho de 1798 foi nomeado António José da Fonseca, da rua da calçada, para administrador da capela e imagens de Santo António, com o objectivo de governar, administrar e zelar pelas esmolas do santo, assim como todos os arrendamentos, alfaias, capela e seu património.
Ao longo do final do século XVIII foram-se realizando, várias obras, nada fazendo prever que esta fosse demolida para se construir uma nova igreja.

Inventário do acervo documental
Em 1774, o juiz, mordomos e procurador de Santo António Velho fazem requerimento para reedificarem a sua capela, levantando-as e acrescentando-a na parede e que tal se faria recorrendo ao dinheiro da Misericórdia, sendo concedida a licença par as obras.
No ano de 1786 foram feitas várias obras, no altar colateral da parte da sacristia, nas escadas e no douramento do nicho de N.ª Sr.ª do Carmo.

Elaborado por Sofia Fernandes

terça-feira, 23 de setembro de 2014

Sabia que... (António Justino Moreira da Silva)

Sabia que...

ANTÓNIO JUSTINO MOREIRA DA SILVA
Presidente da Câmara Municipal de Penafiel, por 72 dias
Uma das Atas de reunião de Câmara presididas por António Justino Moreira da Silva
... Parece ser um mandato curto da história dos Presidentes da Câmara Municipal de Penafiel, mas não é por exemplo comparado com os 24 dias de António Maria Borroso Pereira.
Figura em 13.º Lugar, isto se não contarmos com os Presidentes da Câmara no "tempo de Arrifana do Sousa" que subiria para o honroso 16.º lugar na tabela.
Presidiu do dia 2 de janeiro de 1883 e foi deposto a 15 de março do mesmo ano.
Mas afinal quem foi este digníssimo autarca cá da nossa terra?
Chamava-se António Justino Moreira da Silva, proprietário e morador na casa de Carrazedo, na freguesia de Novelas.
Foi o primeiro e único Presidente da Câmara Novelense.

Texto elaborado por Joaquim Pinto Mendes

segunda-feira, 22 de setembro de 2014

ArquiJovem: Duende Nuno

Conhece as nossas mascotes...


DUENDE NUNO




É o “Protector do Depósito”.

Mascote que surgiu com base na Lenda de Penafiel, na personagem “Nuno”, filho de Mumadona Dias e Dom Hermenegildo. Após a morte de seu pai, prometeu proteger a sua família. Aqui, protege o depósito onde estão guardadas as memórias.













terça-feira, 16 de setembro de 2014

sexta-feira, 12 de setembro de 2014

No Arquivo com...(D. João de Noronha e Osório)

No Arquivo com...
No dia 20 de Setembro, pelas 16.30 horas, no Arquivo Municipal de Penafiel, será levado a efeito o lançamento do livro de D. João de Noronha e Osório, intitulado O Morgadio e a Capela de Nossa Senhora da Esperança nos Claustros da Sé do Porto. De seguida, será proferida uma conferência, pelo mesmo autor, denominada As família Couros Carneiro e os Garcês, de Penafiel, na administração do Morgadio e a Capela de Nossa Senhora da Esperança nos Claustros da Sé do Porto.
Apesar deste livro tratar da capela de Nossa Senhora da Esperança, sita na Sé do Porto, relaciona-se com a história de várias famílias da cidade de Penafiel e, dessa forma, com a própria história da cidade, uma vez que foram administradores desta capela os Garcês de Penafiel e os Couros Carneiro, da Quinta do Cabo, em Valpedre.


D. João de Noronha e Osório faz, assim, uma análise genealógica desde João Garcês, cavaleiro d’El Rei, passando por José Cardoso Pinto Madureira Garcês, capitão-mor de Penafiel e cavaleiro fidalgo da Casa Real, mencionando as armas que constam do brasão que ainda hoje existe, na casa dos Garcês, na Rua Direita, em Penafiel. Também interessante, a ligação por matrimónio entre Antão Garcês e Beatriz Correia, filha do nosso conhecido João Correia, escudeiro d’El Rei e rico mercador de Arrifana de Sousa, bem como, de toda a sua geração.
A história desta família Garcês, para além de estar ligada à capela de Nossa Senhora da Esperança, no Porto, está, também, ligada à história de Arrifana de Sousa e, mais tarde, Penafiel, uma vez que, para além de serem proprietários da referida casa, sita na Rua Direita, estão também ligados à capela do Senhor dos Passos, na igreja Matriz, à Quinta da Herdade, em Abragão, à Quinta da Torre, em Boelhe, à Quinta do Cabo, em Valpedre e à Quinta de Segade e Quinta de Agilde, ambas em Bustelo. Foi, igualmente, relevante o papel que esta família assumiu na Misericórdia de Arrifana de Sousa, tanto como irmãos de primeira condição, como em cargos de direção, estando muitos destes elementos sepultados na Igreja Matriz de Arrifana.
No que se refere aos Couros Carneiro, de salientar a descendência de Rui de Couros, casado em segundas núpcias com Maria Barbosa, filha de João Barbosa, senhor da Honra de Estromil e da Quinta das Quintãs, em Arrifana de Sousa, que esta herdou.
Estes Couros Carneiro estiveram, também, ligados à Quinta de Canas, em Santo Adrião de Canas, em Penafiel. A capela dos Santos Passos, na Matriz, fundada por João Correia foi depois administrada pelos Couros Carneiro, estando vários membros desta família lá sepultados, nomeadamente, Catarina de Couros Carneiro, casada com Manuel da Rocha, filho de Belchior da Rocha Rangel.
Esta família esteve, também, ligada à Quinta de Santiago de Arrifana, à Quinta do Cabo, em Valpedre, à Quinta da Quintela, em Guilhufe, à Quinta de São Miguel, em Urrô, Quinta das Quintãs, em Valpedre, quinta da Granja, em Lagares e quinta da Torre, em Boelhe. Esteve, igualmente, ligada à Santa Casa da Misericórdia de Penafiel, bem como, à confraria do Santíssimo Sacramento, tendo vários dos seus membros exercido o cargo de escrivão dos órfãos, do concelho de Penafiel.
Como pode ver, boas razões para estar connosco no próximo dia 20 de setembro

Workshop (Página de Facebook)

Divulga com os teus amigos e familiares que não tenham facebook.....



Workshop (Genealogia)

A Associação dos Amigos do Arquivo vai levar a efeito mais um Workshop, desta vez dedicado à genealogia. Este workshop pretende dotar os participantes de conhecimentos que lhes permitam iniciar a sua árvore de família.


Programa



Ficha de inscrição