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segunda-feira, 22 de fevereiro de 2016

Sabia que... Condessa de Pagim

Sabia que...

Vários documentos referentes aos pais de Dona Joana Maria da Câmara e sua irmã, a Condessa de Pangim, encontram-se disponíveis no programa GEAD, no sistema Morgado da Aveleda. Graças a estes podemos saber que...
Dona Joana Isabel Maria da Câmara, filha de D. Manuel Maria Gonçalves Zarco da Câmara e de Dona Maria Teresa José de Jesus de Melo, era irmã da Condessa de Pangim. Esta senhora nasceu em 29 de junho de 1820 e foi baptizada no oratório do palácio de seu avô paterno, Luís António José Maria da Câmara, 6.º Conde da Ribeira Grande e 2.º Marquês de Sabugosa. O batizado foi realizado pelo reverendo padre Francisco José Correia, pregador régio, em 2 de julho desse ano. Dona Joana viria a falecer em 14 de janeiro de 1884, com 63 anos de idade.
                                                                                                                       
Foi nomeada pelo mordomo-mor do rei, Dona do Paço em 13 de abril de 1832 e em 1872 recolheu-se, juntamente com sua irmã D. Francisca no Real Mosteiro da Encarnação, em Lisboa.
          
                  Palácio dos Marqueses e Condes da Ribeira Grande


sexta-feira, 12 de fevereiro de 2016

Morgado da Aveleda: Amores de outros tempos


E porque este domingo se festeja o dia dos namorados, que tal conhecermos algumas histórias de amores de outros tempos. Se bem que os casamentos fossem consertados pelos pais, evitando que os jovens cedessem a tentações amorosas e casassem abaixo da sua condição social, por vezes, o amor falava mais alto.
                         
No sistema documental do Morgado da Aveleda, já disponível on-line, o documento intitulado "Ilustração às àrvores de Costado de D. Tibisco", PT/CACQA/MA/C/O/cd.09, demonstra alguns casamentos e paixões proibidas, das quais transcrevemos aqui, apenas alguns casos:

"Francisco Luís de Barros e Vasconcelos casou com huma comedianta castilhana, que representava em Lisboa em huma companhia chamada a Pacheca";
"O Conde de São Miguel Francisco Botelho depois de veuvo da primeira mulher teve amores com Ignez de Almeida, filha de Manoel Castanho, Físico mor e apontador dos Mossos Fidalgos, e de sua mulher Ignez de Almeida; e com promessas de casamento teve a D. Nuno Alves Botelho";
"Cristovão de Sousa (...) casou a furto com D. Maria Victoria de Távora, filha de D. António da Silveira";
"António Carneiro que foi criado de pedro de Alcassova, secretario de estado D'El Rei D. Afonso 5.º e lhe levava o saco, e lhe emprenhou a sua filha D.ª Beatriz da Alcassova de que o dito Pedro de Alcassova pedio castigo pela aleivozia e foi degradado por El Rei D. João 2.º (...) e sempre cazou com ella"; 

" Cristovãoda Costa Coutinho, chamado o Mequinéz, casou por amores com D. Juliana de Noronha, filha de Manoel de Sousa Tavares contra a vontade dos parentes da noiva. Esta D. Juliana de Noronha procedeu mal depois de veuva";

"Jeronimo Lobo Saldanha (...) casou contra a vontade de seus pais com D. Maria da Silva";
"Fernão de Mesquita Pimentel, senhor do morgado de S. Mansos casou com uma amiga de quem teve filhos";
"Rui dias Pereira de Lacerda, morgado de Baleizão, teve huma filha erdeira que casou contra vontade dos seus parentes";
"Casou este, Antonio da Saldanha muito mal com huma sua amiga".

segunda-feira, 25 de janeiro de 2016

Sabia que... Maria do Carmo Palha de Faria Lacerda

Sabia que...


Maria do Carmo Palha de Faria Lacerda nasceu a 13 de janeiro de 1838? Era filha de José Pedro de Faria Mascarenhas e Melo de Lacerda, do segundo casamento de seu pai com sua sobrinha Maria da Piedade Pereira Palha de Faria.
D. Maria do Carmo casou em primeiras núpcias com Estevão José Pereira Palha de Faria Lacerda, seu tio. Após a morte deste voltou a casar, desta vez com Manuel Pedro Guedes, da Quinta da Aveleda, em 29 de julho de 1868, na igreja de Santa Engrácia, em Lisboa.
                        
                            (Maria do Carmo Palha de Faria Lacerda)

Morgado da Aveleda: Cartazes que nos fazem relembrar o passado...


                      

Este cartaz encontra-se na documentação do Morgado da Aveleda, incorporada mais recentemente, no Arquivo Municipal de Penafiel, para tratamento.

Não possui data, mas pelo tipo de cartaz pensamos que será dos princípios do século XX, relativo a uma marca de vinho.
É um cartaz muito típico da "Belle Époque", existem muitos outros sobre os mais variados temas, que, sempre que nos forem surgindo, iremos divulgar.
O estudo desta série torna-se importante para entendermos o "marketing" e o apelo ao consumo dessa altura, com imagens lindíssimas e muito sugestivas....

Sabia que... A alimentação das elites até ao século XVIII

Sabia que...

A alimentação das elites até ao século XVIII
Os médicos e dietistas da Idade Moderna em imensos tratados advertiam para a importância de boas práticas alimentares, assinalando a importância do valor nutritivo de certos alimentos. A maneira de cozinhar, condimentar e de comer certos produtos era, deveras, difundida de forma a preservar a saúde dos indivíduos. Na pirâmide nutricional, o pão, o vinho e a carne tinham um papel preponderante.
A alimentação dos mais ricos, excessivamente rica em carnes, levava a que estes sofressem de excesso de proteínas e de pouca fibra, o que conduzia à incidência de doenças como a “gota”, neste grupo social. 
No entanto, em Penafiel, segundo o médico António de Almeida, a “gota” não constituiu um problema. Como o próprio mencionou, “a gota neste paíz é pouco vulgar e dentro da cidade de Penafiel, não há nenhum doente de gota, propriamente dito”. Contudo, existiram outros tipos de doenças que assolavam indivíduos que cometiam excessos alimentares. O referido clinico dava o exemplo do padre José da Costa Grelho, de 55 anos, de “temperamento sanguíneo, alimentado grosseiramente e entregue a excessos de comidas de serrabulhos a que é convidado, sujeito a emorroidas”.
                               

Assim, a nobreza, o clero superior e a alta burguesia, eram afetados por diversos tipos de doenças relacionados com excessivo consumo de alimentos muito cozinhados, gordurosos e energéticos, mas desequilibrados em nutrientes essenciais. Destacava-se a gota, como já mencionamos, a arteriosclerose, a litíase, as doenças digestivas, a diabetes e as doenças renais. 
                                
Veja-se a correspondência de D.ª Constança da Silva Guedes para o sobrinho Manuel Guedes da Silva da Fonseca, já nos finais do século XIX, em que a referida senhora alerta para os excessos e realça a virtude dos caldos.

Documentos: Fundo do Morgado da Aveleda

segunda-feira, 26 de outubro de 2015

Fonte das Quatro Estações - Quinta da Aveleda

FONTE DAS QUATRO ESTAÇÕES - Quinta da Aveleda
             
Carta de João da Silva para Fernando Guedes com algumas indicações para a colocação dos retratos de D. Teresa, D. Maria, D. Luiza e D. Maria José a dispor nos medalhões da fonte das quatro estações, na Quinta da Aveleda, Penafiel.
                  
Documentos: Morgado da Aveleda
Fotografias: M.ª José Pereira

Sabia que... Igreja de Paredes

Sabia que...

Igreja de Paredes
         
Em outubro de 1908, existia uma comissão executiva "com o intuito de realizar as obras indispensáveis para poder funcionar a nova igreja parochial desta freguesia de Castelões de Cêpeda e villa de Paredes..."
         
Deixamos aqui uma carta dirigida, pela mesma comissão, a Manuel Guedes da Silva da Fonseca, a solicitar o seu contributo para a realização das referidas obras.
         

Documentos: Fundo Morgado da Aveleda
Fotografias: Fundo da FotoAntony

Sabia que... As tabernas em Penafiel

Sabia que... 

Nos inícios do século XX existiam na Rua Engenheiro Matos, perto do matadouro, duas tabernas: uma dirigida por Teresa Cipriana, a "Pardal", outra por Maria d'Assunção, casada com um militar.
A rivalidade entre ambas era notícia existindo vários atritos, o que levou a que o marido de Maria Assunção, João Egydio Ramos solicita-se em setembro de 1908 a intervenção do administrador do concelho Manuel Guedes da Silva.

Uma carta que vale a pena ler...
               
Documento pertencente ao espólio do Morgado da Aveleda (em tratamento).

Sabia que... Estabelecimento PLANTAS D'AMARANTE

Sabia que...

O Estabelecimento PLANTAS D'AMARANTE, de Thomaz Pinto de Brito, horticultor, "...foi o único que na Exposição Pomologica do Palacio de Cristal, em 28 de Setembro do corrente anno, obteve o 1.º premio na secção A - MEDALHA DE OURO - mais alta recompensa, concedida aos expositores d'este certamen."
                 
Ano:1907
Fonte: Morgado da Aveleda, subsérie de correspondência recebida de Manuel Guedes da Silva da Fonseca, relacionada com faturas, promoções e divulgação de produtos e/ou serviços,

sexta-feira, 19 de setembro de 2014

Sabia que... (José Anastácio da Silva da Fonseca)

Sabia que...

José Anastácio da Silva da Fonseca
... José Anastácio da Silva da Fonseca era filho de Manuel Pedro da Silva da Fonseca, senhor e morgado da casa de Alcobaça e cavaleiro da Casa Real e de sua esposa, D. Antónia Rita de Bourbon, descendente dos condes de Avintes e dos Condes dos ...Arcos. Tinha 6 irmãos: Francisco Manuel da Silva da Fonseca, Silvério da Silva da Fonseca, Pedro da Silva da Fonseca, D. Maria da Piedade de Almeida Bourbon, D. Joana Rita Xavier de Bourbon e D. Ana Rita Xavier de Bourbon.
Nasceu a 2 de março de 1765 e foi baptizado por seu avô, o reverendo Padre Silvério da Silva da Fonseca, no dia 19 março, tendo sido seu padrinho, o reverendo Dr. Gaspar José da Silva da Fonseca, prior da Igreja de Alvarinhas.


 Carta de mercê a José Anastácio da Silva da Fonseca do foro de Fidalgo - PT/SACQA/MA/C/M/BFL01
Em 27 de maio de 1795, por carta patente de D. Maria, foi nomeado Tenente da 7.ª companhia do 2.º regimento de Infantaria do Porto.
Por carta de mercê da Rainha, a 30 de setembro de 1798, José Anastácio recebeu foro de fidalgo com 1600 réis de moradia por mês e um alqueire de cevada por dia, mercê que já pertencia a seu pai. Já em fevereiro desse ano tinha sido elevado ao cargo de Tenente de Granadeiros do Regimento de Infantaria do Porto com 15 mil réis de soldo mensal. Pensamos que teria casado com D. Joana Felizarda de Meireles Guedes de Carvalho, 5.ª morgada da Aveleda, no ano de 1800.
Em 20 de dezembro de 1803, foi nomeado por alvará real, cavaleiro professo da Ordem de Cristo e armado cavaleiro na Sé Catedral do Porto, em 9 de abril de 1804 pelo tio de sua esposa, Frei Brás de Abreu Aranha e Araújo.


 Carta de mercê a José Anastácio da Silva da Fonseca do foro de Fidalgo - PT/SACQA/MA/C/M/FL02
A 16 de janeiro de 1810 foi reformado em Coronel do Regimento de Milícias de Penafiel e a 3 de dezembro de 1823, foi-lhe feita mercê do tratamento de Senhoria com todas as honras e prerrogativas de moço fidalgo com exercício na Casa Real.


Elaborado por Sofia Fernandes


http://geadopac.cm-penafiel.pt/
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quarta-feira, 17 de setembro de 2014

Sabia que... (protocolo e disponibilização online)

Sabia que...
A Sociedade Agrícola e Comercial Quinta da Aveleda detém todo o espólio documental desde a fundação do morgado da Aveleda, quer a nível da gestão patrimonial e financeiro deste morgadio, quer ao longo de cerca de 4 séculos no...s quais foi aumentando e expandindo, quer ao nível de documentos pessoais dos vários membros da família, que foram tendo relevância e quer ao nível local, regional e mesmo nacional pelos cargos políticos que foram assumindo.
Em 26 de maio de 2008, a Sociedade Agrícola e Comercial Quinta da Aveleda assinou um protocolo com a Câmara Municipal de Penafiel, para tratamento e digitalização do fundo da quinta.
Este protocolo insere-se num conjunto de protocolos quer a Câmara Municipal de Penafiel, através do seu Arquivo Municipal, tem elaborado com juntas de freguesia, famílias e outras instituições, nomeadamente confrarias e irmandades visando proteger e tratar estes espólios.
Este protocolo teve como objetivo a limpeza, desinfestação, pequenas intervenções de restauro, classificação, ordenação e descrição consoante as normas ISAD (G) e ISAAR (CPF).
Finalizado este tratamento, os documentos em suporte papel ou pergaminho retornaram aos primeiros outorgantes, ficando os documentos eletrónicos, resultados da digitalização do fundo, pertença da Câmara Municipal de Penafiel. Devido às grandes dimensões deste fundo, a Câmara candidatou-se, em 2010, a um programa de apoio à recuperação, tratamento e organização de arquivos documentais, da Fundação Calouste Gulbenkian, tendo sido beneficiada com um subsídio para apoio à concretização do projeto de inventariação, tratamento e digitalização.


Elaborado por Sofia Fernandes


http://geadopac.cm-penafiel.pt/ (Ver Morgado da Aveleda)



quinta-feira, 11 de setembro de 2014

Sabia que...(Joana Felizarda)

Sabia que…

D.ª Joana Felizarda Delfina de Abreu Aranha e Araújo era filha de Brás de Abreu Guimarães e de D.ª Joana do Nascimento de Araújo Aranha. Pela análise dos documentos existentes no fundo arquivístico do Morgado da Aveleda, tudo indica que descendem de uma burguesia endinheirada que começou a investir seus cabedais em terra, tentando depois, nobilitar-se. D.ª Joana tinha mais três irmãos: Bento de Abreu Aranha, João de Abreu Aranha e Araújo e Brás de Abreu Aranha e Araújo.
Joana viveu na casa de seus pais, na Rua Chã, no Porto, e depois na Quinta da Lavandeira, junto ao Poço das Patas, também no Porto.



Sentença de dispensa matrimonial de Manuel de Meireles Guedes de Carvalho e Joana Felizarda por serem parentes em 3.º grau de consanguinidade


Sabemos que em 1765, Joana já se encontrava casada com Manuel de Meireles Guedes de Carvalho, 4.º morgado da Quinta da Aveleda e fidalgo da Casa Real.
Para o casamento trouxe um dote avultado e rico, essencialmente composto por enxoval, móveis e peças de ourivesaria. As casas da rua do Poço das Patas vieram para a Aveleda, por seu dote e foi lá que o casal residiu.
Esta senhora devia ter falecido de complicações derivadas do parto de sua única filha, pois esta nasceu a 16 de janeiro de 1774 e o inventário feito pelo seu falecimento é de 21 de março de 1774.
D.ª Joana Felizarda não fez testamento e foi sepultada na Igreja de Nossa Senhora do Carmo, no Porto

Elaborado por Sofia Fernandes

http://geadopac.cm-penafiel.pt/ (Morgado da Aveleda)

Sabia que...(D.ª Joana Isabel Maria da Câmara)

Sabia que...

D.ª Joana Isabel Maria da Câmara, filho de D. Manuel Maria Gonçalves Zarco da Câmara e de D.ª Maria Teresa José de Jesus de Melo e irmã da Condessa de Pangim. Nasceu a 29 de Junho de 1820 e foi baptizada no oratório do Palácio da residência de seu avô paterno, o Marquês de Sabugosa, pelo Reverendo Padre Francisco José Correia, pregador régio em 2 de Julho desse ano. Foi padrinho, o Conde de S. Paio e D.ª Joana da Câmara, tia paterna da baptizada.
A 13 de Abril de 1832, com 11 anos de idade, foi nomeada, pelo mordomo-mor do Rei, Dona do Paço. Em 1872 encontrava-se com sua irmã D.ª Francisca, recolhida no Real Mosteiro da Encarnação, em Lisboa. Nesta altura habilitaram-se as duas como únicas herdeiras à herança do 1.º Conde do Cartaxo, seu tio materno, José António de Melo. D.ª Joana faleceu em 14 de Janeiro de 1884, com 63 anos de idade.



Elaborado por Sofia Fernandes


Ver: http://geadopac.cm-penafiel.pt/ (Morgado da Aveleda)

Sabia que...(Bento de Abreu Aranha)

Sabia que…

Bento de Abreu Aranha, filho de Brás de Abreu Guimarães e de D.ª Joana do Nascimento de Araújo Aranha, natural da cidade do Porto. Irmão de Brás Abreu de Araújo Aranha, de Joana Felizarda Delfina de Abreu de Araújo Aranha e de João de Abreu Aranha e Araújo. Cursou na Universidade de Coimbra, em Direito Canónico e Civil e fez-se bacharel em 1756, tendo anteriormente obtido ordens menores.




Elaborado por Sofia Fernandes

Ver: http://geadopac.cm-penafiel.pt/ (Morgado da Aveleda)

Sabia que...(Brás de Abreu Guimarães)

Sabia que..
Brás de Abreu Guimarães, pai de D. Joana Felizarda Delfina de Abreu Aranha foi casado com D. Joana do Nascimento de Araújo Aranha.
Brás de Abreu Guimarães, foi escudeiro do número da cidade do Porto. Em 16 de Junho de 1764, obteve alvará para ser armado cavaleiro professo da Ordem de Cristo. Foi deputado da Junta da Companhia Geral do Alto Douro, bem como procurador de El-Rei para o administrar e arrecadar as rendas da cidade do Porto, em 1768. Este homem foi ainda administrador da Casa de Abrantes e Fontes que possuía D. João e que deixou por herança à Sereníssima Casa do Infante. Esta administração continuou nas mãos de seu filho, Brás de Abreu Aranha e Araújo. Foi também comerciante, tendo emprestado muito dinheiro a juros.

Alvará da Ordem de Cristo dado a Brás de Abreu Guimarães.



Elaborado por Sofia Fernandes

Ver: http://geadopac.cm-penafiel.pt/ (Morgado da Aveleda
)

Sabia que...(Luís Seixas)

Sabia que…

Henrique Seixas teve dois filhos: Simão de Seixas e Luís de Seixas.
Luís de Seixas viveu na 1.ª metade do séc. XVI. Era sobrinho do Bispo de Coimbra e daí natural. Descendia da linhagem masculina e direita dos Seixas que eram fidalgos de coto de armas. Luís de Seixas era filho legítimo de Henrique de Seixas, irmão do Bispo de Coimbra, e de Lucrécia de Sampaio e neto paterno de Fernão de Seixas. Obteve carta de armas em 1539.

Elaborado por Sofia Fernandes

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Sabia que...(Condessa de Pangim)

Sabia que…

D.ª Maria Leonor Teresa da Câmara teve mais cinco irmãos, Luís José da Câmara e José da Câmara que faleceram ainda meninos e Teresa Maria da Câmara, Joana da Câmara e Francisca Maria da Câmara, não tendo nenhuma das três deixado herdeiros.
Quando atingiu os 14 anos, o Rei concedeu-lhe autorização para casar com Manuel Guedes e em 25 de Setembro de 1830 foi elaborado o instrumento de dote e arras feito entre Manuel Guedes da Silva da Fonseca, com 28 anos de idade, senhor da Quinta da Aveleda, e D.ª Leonor.


Dote de D.ª Maria Leonor Teresa da Câmara


Após o seu casamento, esta senhora foi viver para o Porto residindo no Palácio da Batalha e fazendo, frequentemente, banhos em Leça da Palmeira.
Deste casamento nasceram 3 filhas e 1 filho, Joana, Constança, Maria Teresa e Manuel Pedro Guedes.

Elaborado por Sofia Fernandes

Ver: http://geadopac.cm-penafiel.pt/ (Morgado da Aveleda)

Sabia que...(Condessa de Pangim)

Sabia que…

Maria Leonor Teresa da Câmara, ainda criança de tenra idade, foi com suas irmãs e mãe para a Índia, onde seu pai tinha o cargo de governador. Após o falecimento de D. Manuel Gonçalves Zarco da Câmara regressou com a sua mãe e irmãs a Portugal, onde solicitaram ajuda ao Rei, devido às circunstâncias penosas em que ficaram, apesar de descendentes da alta nobreza palaciana e depois de todos os feitos de D. Manuel Zarco da Câmara ao serviço da coroa.



Desta forma, em 2 de Outubro de 1830, D.ª Leonor, com apenas 15 anos é elevada, por carta de comenda de El-Rei D. Miguel, ao título de Condessa da Vila de Pangim, em virtude dos serviços prestados por seu pai ao Reino. Em 13 de Janeiro de 1831, D. Miguel faz mercê à Condessa de 102.864 réis de assentamento.

Elaborado por Sofia Fernandes

Ver: http://geadopac.cm-penafiel.pt/ (Morgado da Aveleda)

Sabia que (D. Manuel Maria Gonçalves Zarco da Câmara)

Sabia que… 

D. Manuel Maria Gonçalves Zarco da Câmara nasceu a 10 de maio de 1789. Casou a 7 de fevereiro de 1813 com a D.ª Maria Teresa José de Jesus de Mello e faleceu em 16 de novembro de 1825 com apenas 36 anos de idade. Foi governador da Índia entre 1822 e 1825.
Escreveu um diário onde relatou a sua partida na nau Vasco da Gama, rumo ao Brasil, no ano de 1820 para se encontrar com o seu irmão, o Conde da Ribeira Grande. Este diário escrito pelo seu próprio punho, relata a sua vida, desde a sua partida para o Brasil, a sua nomeação como governador e capitão geral do Estado da Índia, a sua viagem para Goa e os problemas com que se deparou ao chegar ao destino.



Este diário, para além de ser um documento fabuloso que nos descreve a vivência da época, as dúvidas e anseios deste homem é também uma importante fonte histórica.
Este documento pertence ao arquivo do Morgado da Aveleda e já se encontra online.

Elaborado por Sofia Fernandes

Ver: http://geadopac.cm-penafiel.pt/ (Morgado da Aveleda)

Sabia que...(Henrique Seixas)

Sabia que…

Henrique Seixas, natural de Coimbra, era filho de Fernão de Seixas e D.ª Inês. Henrique de Seixas foi trisavô de António Carlos de Seixas Castelo Branco, que por sua vez foi avô do 1.º Barão de Beduído. Em 26 de Setembro de 1527 recebe brasão dos Seixas, como representante dessa linhagem.



Elaborado por Sofia Fernandes

Ver: Ver: http://geadopac.cm-penafiel.pt/ (Morgado da Aveleda)